O Linux tem passado por um amadurecimento constante desde que o conheci, em 2003. De lá pra cá, muita coisa mudou. Hoje já não há tantos xiitas, isto é, pessoas que pregam o uso do software livre mesmo que não atenda as suas necessidades, reduzindo o uso de um software a simples militância e caça as bruxas. Eu particularmente uso software livre porque costuma ser melhor que o proprietário. eu jamais fui ou pretendi ser um evangelista do software livre. Apenas quero usar bons softwares, por isso faço questão de usar os melhores softwares livres e os melhores softwares proprietários existentes para Linux, como a Steam e mais de 100 jogos existentes na minha biblioteca. Uso os sotwares livres KDE (suite de aplicativos e DE), Amarok, Rekonq também. Não acredito que a vitória de um dos modelos seja boa e não abro mão de usar dos dois modelos, pois cada um é melhor para um nicho (Se alguém conhecer um Software livre melhor que o Libre Office e um proprietário melhor que Counter Strike Source me avise). Acho desnecessário linhas de pensamentos coma a da citação abaixo:
"Deveríamos ter mais GNU e menos Linux, mais Zimbra e menos Gmail, mais Duckduckgo e menos Google, mais Diáspora e menos Facebook. Nós íamos mudar o Mundo, mas foi ele quem nos mudou. Sejam todos bem-vindos à Comunidade Software Livre! O movimento está parado no Face, usando Gmail, à bordo do novo Ubuntu e gritando: me deixem em paz!" Fonte
Se o objetivo é manter vivo o Software Livre, então deveríamos nos preocupar em contribuir nem que seja apenas financeiramente. Ter mente aberta não quer dizer que você precise deixar de contribuir com o software livre. E não, não deveríamos ter menos Linux, sem o Linux teríamos o que? O Hurd? Ou os *BSD? Melhor que seja mais Linux + DE + e Libre Office mesmo! Com todo respeito ao projeto GNU, Linux sem GNU ainda será um sistema operacional livre, esses componentes podem ser substituídos. GNU sem Linux é o quê? fora do Linux praticamente ninguém (ninguém mesmo) usa ferramentas GNU, as únicas coisas relativamente conhecidas fora do Linux são o Gimp e o GCC. Já aqui, temos uma anedota:
"Em meados da primeira década do século XXI, a FSF e uma série de visionários vislumbraram um futuro onde o Ubuntu se popularizava de tal forma que muitos usariam GNU/Linux sem nem mesmo saber o que era isso. Alertaram a todos sobre os riscos da quantidade e disseminação desqualificada, ou seja, muito Linux e pouco GNU, muito uso e pouco entendimento, muito código e pouca filosofia, muito compartilhamento e pouca liberdade: o triunfo do Open Source sobre o Free Software." Fonte
Ou seja, de acordo com esta citação, pouco importa se é o que o usuário quer ou não, ele é OBRIGADO a entender a filosofia e a programação para usar o SL. Uma visão que beira ao fanatismo religioso. Nem todo mundo quer ou tem tempo para aprender a programar. Nem mesmo eu que sei programar, tenho tido muito tempo para isso, tenho que trabalhar num emprego remunerado, a conta de Luz não vai se pagar sozinha. Concordo que as pessoas devem contribuir com o software livre, MAS de acordo com aquilo que podem oferecer em troca do trabalho das equipes por trás dos projetos, e neste momento, isso se resume a duas coisas: Doar dinheiro e testar alphas e betas quando sobrar tempo. Eu quero apenas utilizar o softwares livres e contribuir da forma que der para contribuir e quando der, não transformar isso numa ideologia política. Esse tipo de coisa não se justifica.
"Deveríamos ter mais GNU e menos Linux, mais Zimbra e menos Gmail, mais Duckduckgo e menos Google, mais Diáspora e menos Facebook. Nós íamos mudar o Mundo, mas foi ele quem nos mudou. Sejam todos bem-vindos à Comunidade Software Livre! O movimento está parado no Face, usando Gmail, à bordo do novo Ubuntu e gritando: me deixem em paz!" Fonte
Se o objetivo é manter vivo o Software Livre, então deveríamos nos preocupar em contribuir nem que seja apenas financeiramente. Ter mente aberta não quer dizer que você precise deixar de contribuir com o software livre. E não, não deveríamos ter menos Linux, sem o Linux teríamos o que? O Hurd? Ou os *BSD? Melhor que seja mais Linux + DE + e Libre Office mesmo! Com todo respeito ao projeto GNU, Linux sem GNU ainda será um sistema operacional livre, esses componentes podem ser substituídos. GNU sem Linux é o quê? fora do Linux praticamente ninguém (ninguém mesmo) usa ferramentas GNU, as únicas coisas relativamente conhecidas fora do Linux são o Gimp e o GCC. Já aqui, temos uma anedota:
"Em meados da primeira década do século XXI, a FSF e uma série de visionários vislumbraram um futuro onde o Ubuntu se popularizava de tal forma que muitos usariam GNU/Linux sem nem mesmo saber o que era isso. Alertaram a todos sobre os riscos da quantidade e disseminação desqualificada, ou seja, muito Linux e pouco GNU, muito uso e pouco entendimento, muito código e pouca filosofia, muito compartilhamento e pouca liberdade: o triunfo do Open Source sobre o Free Software." Fonte
Ou seja, de acordo com esta citação, pouco importa se é o que o usuário quer ou não, ele é OBRIGADO a entender a filosofia e a programação para usar o SL. Uma visão que beira ao fanatismo religioso. Nem todo mundo quer ou tem tempo para aprender a programar. Nem mesmo eu que sei programar, tenho tido muito tempo para isso, tenho que trabalhar num emprego remunerado, a conta de Luz não vai se pagar sozinha. Concordo que as pessoas devem contribuir com o software livre, MAS de acordo com aquilo que podem oferecer em troca do trabalho das equipes por trás dos projetos, e neste momento, isso se resume a duas coisas: Doar dinheiro e testar alphas e betas quando sobrar tempo. Eu quero apenas utilizar o softwares livres e contribuir da forma que der para contribuir e quando der, não transformar isso numa ideologia política. Esse tipo de coisa não se justifica.
2 comentários:
"eu não preciso aprender a programar."
ter a liberdade de ver como o código funciona não significa ver você mesmo, mas sim ter a possibilidade de contratar alguém de sua confiança pra fazer auditoria.
o mesmo se aplica a modificar/melhorar o software.
não acho que devemos nos ilhar numa ilha onde só existe software livre, mas não acho que devemos apoiar igualmente os dois lados, devemos sempre priorizar o livre "doar" mais que "gastar" pra cada 1 dolar investido em software proprietário custaria pelo menos 10 dolares fazer engenharia reversa.
o custo de um software proprietário é a concorrência ter de reinventar a roda, fazer engenharia reversa, diminuir a margem de lucro frente a um marketshare esmagador, você ficar preso a um único fornecedor pra corrigir bugs, acrescentar novos recursos e não ter como saber se está sendo espionado.
e em países com ditaduras este último é um problema ainda maior.
o problema também é que com todos usando apenas o software proprietário este pode chegar num nível que não há espaço pra concorrência crescer e se desenvolver qualquer um que adotar a concorrência simplesmente vai à falência.
assim temos um software anos e anos parado sem evolução dominando o mercado.
"eu não preciso aprender a programar."
~funcionário do macdonnalds
Bruno, concordo com sua opinião.
Um SL é sucedido através da produção e contribuição de usuários e se gosta muito daquele SL que usa, não vai adiantar nada fazer pequenos testes e sair falando em cada comunidade que o software que "usa" é "muito foda" e "os demais que comparo não presta". Ao invés de pregar este fanatismo, fazer mais trabalhos, tutoriais, propostas, aprimoramentos, correção de bugs, doações e afins é o que ajuda no SL.
É o simples fato de não se rebaixar aos que espalham asneiras contra SL.
:)
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